A cada dia escrevo um novo capítulo de minha história
E minha vida nada mais é que um livro aberto...
Às vezes o vento sopra e passa algumas páginas,
Em outras eu deixo meu marcador,
Em alguns versos de alegria e dor.
Eu sempre quis escrever um romance,
Mas não consigo fugir desse texto dramático.
E quando me farto de todo esse drama,
Torno-me um narrador em 3° pessoa.
Narrando a parte que me atordoa,
E concluo fingindo que a vida é boa.
Um dia eu não mais escreverei.
E minha vida então será um livro fechado,
O fim da história que contei.
Sei que muitos vão ler uma ou algumas páginas,
Assim como fiz com os livros que não me interessei.
Mas alguns vão ler capítulos inteiros,
E guarda-los com carinho na memória.
E ninguém, senão eu mesmo, vai ler toda a história.
E em meio às palavras que continuo a escrever,
Eu apenas busco uma chance,
De fazer com que no fim dessa história,
Minha vida seja um romance!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Meus hábitos noturnos
O sereno é o carisma da lua,
E meu sono meus olhos vidrados
Que observam a verdade nua.
Meu roncar é a fumaça que sopro entre meus lábios
E minha canção, o silêncio que deixo falar...
A primavera joga suas folhas secas na piscina
Que bailam ao som do meu caminhar
Que belo seria o luar
Que adormece o piedoso pensar
Nessa noite em que penso sozinho
O meu sono é meu medo de amar.
E meu sono meus olhos vidrados
Que observam a verdade nua.
Meu roncar é a fumaça que sopro entre meus lábios
E minha canção, o silêncio que deixo falar...
A primavera joga suas folhas secas na piscina
Que bailam ao som do meu caminhar
Que belo seria o luar
Que adormece o piedoso pensar
Nessa noite em que penso sozinho
O meu sono é meu medo de amar.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Segulo
Achei uma rosa no lamaçal
Se não fostes lotus, serás apenas rosa
Rosa no lamaçal
Mergulhando na lama de papelão
Brilhando forte na escuridão
Se fostes rosa então!
Se não fostes lotus, serás apenas rosa
Rosa no lamaçal
Mergulhando na lama de papelão
Brilhando forte na escuridão
Se fostes rosa então!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Amar-te é tudo o que sou
Contigo me desfaço em pedaços
Como pétalas de rosas virtuosas
Mas que longe do teu caule
São apenas pétalas de rosas
Como se zarpasse à nascente
E corresse virtuosas corredeiras
Desbravando a mata virgem
Traçando uma vida inteira
O escorpião que não soube amar
Mas que por amar com todas suas forças
Já sabe o gosto do veneno que aponta a si mesmo
Como pétalas de rosas virtuosas
Mas que longe do teu caule
São apenas pétalas de rosas
Como se zarpasse à nascente
E corresse virtuosas corredeiras
Desbravando a mata virgem
Traçando uma vida inteira
O escorpião que não soube amar
Mas que por amar com todas suas forças
Já sabe o gosto do veneno que aponta a si mesmo
domingo, 27 de junho de 2010
O tormento da noite
Devia ter aberto as janelas
Pois olhar pela greta ofusca a visão
E os raios de sol não adentram o meu quarto
E meus dias ficam mais frios na escuridão
Tenho medo do passado
Da tristeza que me segue tão de perto
De um futuro já tão incerto
Tenho medo da solidão
Não queria sentir saudade
Mas que tudo fosse uma só alegria
Que não houvesse lágrimas
E não há nada de mal que eu faria...
Queria que todos fossem felizes
Seria egoísta na dor que sinto em meu peito
E não quero nunca lhe ver sofrer
Talvez minha ausência tenha algum efeito
Minha angústia são gotas que nunca cessam
Meus olhos não mentem minha alma
Senão algum sorriso bobo
Da idiotice que me acalma
Pois olhar pela greta ofusca a visão
E os raios de sol não adentram o meu quarto
E meus dias ficam mais frios na escuridão
Tenho medo do passado
Da tristeza que me segue tão de perto
De um futuro já tão incerto
Tenho medo da solidão
Não queria sentir saudade
Mas que tudo fosse uma só alegria
Que não houvesse lágrimas
E não há nada de mal que eu faria...
Queria que todos fossem felizes
Seria egoísta na dor que sinto em meu peito
E não quero nunca lhe ver sofrer
Talvez minha ausência tenha algum efeito
Minha angústia são gotas que nunca cessam
Meus olhos não mentem minha alma
Senão algum sorriso bobo
Da idiotice que me acalma
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Relato Minha Morte
Nada mente o sonho vívido
Que entrelaça as gônadas no absoluto
Que chora lágrimas de desprezo
E esconde um sorriso de malícia límpido
Nada pede calma ordinária
Se não pela discórdia dual
Da angústia excedentária
Da culpa que ocorre o mal
Nada sente dor ou alegria
Que seja por nada além...
Por um segundo de agonia
Pela eternidade sem ninguém
Pelas flores murchas em meu jardim
Minhas súplicas sem fim
Pela vida tão perto de mim
Pelo suspiro que precede o fim
Que entrelaça as gônadas no absoluto
Que chora lágrimas de desprezo
E esconde um sorriso de malícia límpido
Nada pede calma ordinária
Se não pela discórdia dual
Da angústia excedentária
Da culpa que ocorre o mal
Nada sente dor ou alegria
Que seja por nada além...
Por um segundo de agonia
Pela eternidade sem ninguém
Pelas flores murchas em meu jardim
Minhas súplicas sem fim
Pela vida tão perto de mim
Pelo suspiro que precede o fim
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Nessa Noite Fria
Nessa noite fria te espero em minha cama
Tua presença é tão intensa dentro de mim
Que tua ausência é apenas a parte física da tua beleza
Que meu corpo clama
Nessa noite fria essa saudade me esquenta
Me remete às lembranças que tão vivas
Me fazem esquecer a distância
Que por vezes me tormenta
Nessa noite fria quero falar ao teu ouvido
Dizer-te coisas que esquentem tua alma
Trazer-te toda a calma
De um sentimento despido
Nessa noite fria quero ver-te sorrir
Com os olhos fechados
Que me traz uma paz tão grande
Que sempre ei de sentir
Nessa noite fria só quero ouvir-te "perto"
Mesmo que o ruído de tua respiração
Aumenta as batidas do meu coração
Que vive a certeza que nosso destino é certo
Nessa noite fria...
Tenho apenas minha poesia
Que lhe faço com todo amor!
Tua presença é tão intensa dentro de mim
Que tua ausência é apenas a parte física da tua beleza
Que meu corpo clama
Nessa noite fria essa saudade me esquenta
Me remete às lembranças que tão vivas
Me fazem esquecer a distância
Que por vezes me tormenta
Nessa noite fria quero falar ao teu ouvido
Dizer-te coisas que esquentem tua alma
Trazer-te toda a calma
De um sentimento despido
Nessa noite fria quero ver-te sorrir
Com os olhos fechados
Que me traz uma paz tão grande
Que sempre ei de sentir
Nessa noite fria só quero ouvir-te "perto"
Mesmo que o ruído de tua respiração
Aumenta as batidas do meu coração
Que vive a certeza que nosso destino é certo
Nessa noite fria...
Tenho apenas minha poesia
Que lhe faço com todo amor!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Nosso amor
O que mais eu poderia querer?
Se tenho todo esse amor por você...
Sinto que posso seguir em frente
E como não me sentiria assim?
Se tens todo esse amor por mim...
Sinto que nada foi por acidente
E porque não viver cada segundo?
Se temos o amor maior do mundo...
Temos a vida inteira "pra" gente
Se tenho todo esse amor por você...
Sinto que posso seguir em frente
E como não me sentiria assim?
Se tens todo esse amor por mim...
Sinto que nada foi por acidente
E porque não viver cada segundo?
Se temos o amor maior do mundo...
Temos a vida inteira "pra" gente
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Sonhar
Sonhar pelo sono pode ser fantasia
Quando acordado talvez utopia
Da vontade pela metade
Que a mente copia
Sonhar por desejo pode ser um favor
Quando a mente se passa por "ator"
Da vontade ilusória
Que não permite o amor
Sonhar na inércia pode ser em vão
Quando se move se chega à conclusão
Da vontade por inteira
Que procede do coração
Quando acordado talvez utopia
Da vontade pela metade
Que a mente copia
Sonhar por desejo pode ser um favor
Quando a mente se passa por "ator"
Da vontade ilusória
Que não permite o amor
Sonhar na inércia pode ser em vão
Quando se move se chega à conclusão
Da vontade por inteira
Que procede do coração
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Pensamento distante
Essas noites em claro são bagagem pra nostalgia
A cada amanhecer descubro mais sobre mim mesmo
Reflito sobre o outróra e me arrependo de cada palavra que fora dita no momento errado!
E das muitas que se perderam no raiar do dia
Quando escrevo parece que tudo fica mais tranquilo.
O cigarro de palha queima devagar, e o tempo por um instante parece parar
Debaixo da mangueira escuto os passaros que cantam a aurora do dia
E nas montanhas distantes do mar, apenas meu cachorro me faz companhia
Se fecho meus olhos me transporto pra longe
E na lembrança do agora te vejo sorrindo
Se pudesses me ouvir, queria apenas dizer
Que aqui o céu tambem esta lindo!
A cada amanhecer descubro mais sobre mim mesmo
Reflito sobre o outróra e me arrependo de cada palavra que fora dita no momento errado!
E das muitas que se perderam no raiar do dia
Quando escrevo parece que tudo fica mais tranquilo.
O cigarro de palha queima devagar, e o tempo por um instante parece parar
Debaixo da mangueira escuto os passaros que cantam a aurora do dia
E nas montanhas distantes do mar, apenas meu cachorro me faz companhia
Se fecho meus olhos me transporto pra longe
E na lembrança do agora te vejo sorrindo
Se pudesses me ouvir, queria apenas dizer
Que aqui o céu tambem esta lindo!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Reflexos
Quando eu gostei, era pura inocência
Quando descobria a decência
Nunca fui mesmo de evitar
Nem de contar os passos
Quando eu me entreguei, era cedência
Quando não havia carência
Nunca fui mesmo de parar
Nem de manter os laços
Quando eu acreditei, perdi a conta
Quando já estavas tão pronta
Nunca fui mesmo de duvidar
Nem de seguir o compasso
Quando eu fracassei, queimei a ponta
Quando a si mesmo desaponta
Nunca fui mesmo de descuidar
Nem de medir o que faço
Quando eu aceitei, te encontrei disposta
Quando só importa quem a gente gosta
Nunca fui mesmo de não chorar
Nem de negar um abraço
Quando eu amei, encontrei a resposta
Quando a mesa já estava posta
Nunca fui mesmo de ignorar
Nem de temer o fracasso
E quando eu compreendi a dor, tudo era amor!!
Quando descobria a decência
Nunca fui mesmo de evitar
Nem de contar os passos
Quando eu me entreguei, era cedência
Quando não havia carência
Nunca fui mesmo de parar
Nem de manter os laços
Quando eu acreditei, perdi a conta
Quando já estavas tão pronta
Nunca fui mesmo de duvidar
Nem de seguir o compasso
Quando eu fracassei, queimei a ponta
Quando a si mesmo desaponta
Nunca fui mesmo de descuidar
Nem de medir o que faço
Quando eu aceitei, te encontrei disposta
Quando só importa quem a gente gosta
Nunca fui mesmo de não chorar
Nem de negar um abraço
Quando eu amei, encontrei a resposta
Quando a mesa já estava posta
Nunca fui mesmo de ignorar
Nem de temer o fracasso
E quando eu compreendi a dor, tudo era amor!!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A arte de viver
Deveria ser natural
Mas se tornou necessidade
Aprender dia após dia
Agradecer dia após dia
Conquistar minha garota...
Todos os dias
Fechar os olhos por um instante
Ver além do horizonte distante
Dialogar no silêncio
E falar doce e sereno
Todos os dias
Descobrir a razão de Ser
Compreender o poder de fazer
Entender o valor de cada amanhecer
Se permitir ser amor
Todos os dias... A arte de viver!!
Mas se tornou necessidade
Aprender dia após dia
Agradecer dia após dia
Conquistar minha garota...
Todos os dias
Fechar os olhos por um instante
Ver além do horizonte distante
Dialogar no silêncio
E falar doce e sereno
Todos os dias
Descobrir a razão de Ser
Compreender o poder de fazer
Entender o valor de cada amanhecer
Se permitir ser amor
Todos os dias... A arte de viver!!
O passo
Enquanto o sol me trazer o amor pelas manhãs
Farei questão de meditar à aurora dos dias...
E a solidão das noites de lua baixa
Engulo seco no sarcasmo escondido
Enquanto meu Deus me der a oportunidade
Serei servo incondicional desse amor
Serei cada minuto da existência
Vou morrer a cada lágrima
E renascerei nesse amor
Obrigado meu Deus!!
Farei questão de meditar à aurora dos dias...
E a solidão das noites de lua baixa
Engulo seco no sarcasmo escondido
Enquanto meu Deus me der a oportunidade
Serei servo incondicional desse amor
Serei cada minuto da existência
Vou morrer a cada lágrima
E renascerei nesse amor
Obrigado meu Deus!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Dia comum
O cheiro do dia
O frio da neblina
Uma xícara de café
O banho de água quente
A roupa decente
A entrevista de um emprego qualquer
As pessoas perdidas
As peruas vestidas
Os miseráveis que andam a pé
O sebo fechado
A gelada sem cigarro
A moça que dizia filé
A poesia na janela
O pensamento sempre nela
E a certeza na fé
O frio da neblina
Uma xícara de café
O banho de água quente
A roupa decente
A entrevista de um emprego qualquer
As pessoas perdidas
As peruas vestidas
Os miseráveis que andam a pé
O sebo fechado
A gelada sem cigarro
A moça que dizia filé
A poesia na janela
O pensamento sempre nela
E a certeza na fé
Escravidão acadêmica
O desespero calça os sapatos do ser-humano alienado
Corre de um lado para o outro
Trabalha muito e estuda sobre a verdade
Assim buscava a liberdade
Assim a sociedade se perpetua na ignorância do pensamento
Se prende à teorias e se rende ao sentimento
A sociedade segue os preceitos da moralidade
Quão distante o dia da real felicidade
Quando o pensamento cessar, a vontade deixar
E no silêncio absoluto reinará a liberdade
Corre de um lado para o outro
Trabalha muito e estuda sobre a verdade
Assim buscava a liberdade
Assim a sociedade se perpetua na ignorância do pensamento
Se prende à teorias e se rende ao sentimento
A sociedade segue os preceitos da moralidade
Quão distante o dia da real felicidade
Quando o pensamento cessar, a vontade deixar
E no silêncio absoluto reinará a liberdade
sábado, 20 de março de 2010
A conta de luz
Já não sinto a brisa no rosto
Já não vejo a cara exposta
Já não sinto o gosto. Desgosto
Já não vejo a mesa posta
Tentando usar o lado oposto
Olhando no espelho, fazendo aposta
Já não ando pela rua escura
Já não passo por marujo
Já não ando na captura
Já não bebo em copo sujo
Contando os egos da pintura
Me agarro e enferrujo
Já não tenho mais medo
Já não vejo a estrada deserta
Já não tenho mais segredo
Já não sei se é a coisa certa
Fumando a mente que precedo
Na certeza mais incerta
Já não vejo a cara exposta
Já não sinto o gosto. Desgosto
Já não vejo a mesa posta
Tentando usar o lado oposto
Olhando no espelho, fazendo aposta
Já não ando pela rua escura
Já não passo por marujo
Já não ando na captura
Já não bebo em copo sujo
Contando os egos da pintura
Me agarro e enferrujo
Já não tenho mais medo
Já não vejo a estrada deserta
Já não tenho mais segredo
Já não sei se é a coisa certa
Fumando a mente que precedo
Na certeza mais incerta
quinta-feira, 18 de março de 2010
Suplicas
Minha sombra que seguia dentre os becos,
Pedi pra que apagassem os lampiões.
Pedi pra que deixassem ser escuridão.
Minha angústia que seguia dentre os segredos,
Pedi pra que apagassem as recordações.
Pedi pra que deixassem ser ilusões.
E minha vontade de ser singular,
Perdia-se noite adentro.
Pedi pra que apagassem os lampiões.
Pedi pra que deixassem ser escuridão.
Minha angústia que seguia dentre os segredos,
Pedi pra que apagassem as recordações.
Pedi pra que deixassem ser ilusões.
E minha vontade de ser singular,
Perdia-se noite adentro.
quarta-feira, 17 de março de 2010
O gozo de um doze!
E agora me perco em gargalhadas.
De remotos causos de causas remotas,
Que se faziam presente no passado gozado.
Que descubro no gozo de um doze!
Que seria o doce sem o amargo?
E todas aquelas flores sem espinhos...
Nada mais eram que o êxtase de um gole,
Que perpetuara em tua glória.
A cada cachaça uma viagem,
Que floresce num boteco sujo.
E nas lindas palavras que dissera o poeta,
Esconde-se a nostalgia de sentir-lhe tão perto.
Ali estava como sempre foras.
Inconfundível ar de doçura.
Que me excita desejo oculto.
E agora me perco em gargalhadas.
De remotos causos de causas remotas,
Que se faziam presente no passado gozado.
Que descubro no gozo de um doze!
Que seria o doce sem o amargo?
E todas aquelas flores sem espinhos...
Nada mais eram que o êxtase de um gole,
Que perpetuara em tua glória.
A cada cachaça uma viagem,
Que floresce num boteco sujo.
E nas lindas palavras que dissera o poeta,
Esconde-se a nostalgia de sentir-lhe tão perto.
Ali estava como sempre foras.
Inconfundível ar de doçura.
Que me excita desejo oculto.
E agora me perco em gargalhadas.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Álibi do meu Eu
Quando eu digo que sei de mim
Você diz que tudo volta depois
E sabes muito sobre você
Mas não sabemos muito de nós dois
Como eu queria ser mais transparente
Como a neblina que passa suave
E deixa o cheiro da saudade.
Quando eu digo que não sou assim
Você diz que eu sei quem sou
Que desenho nossa história em nanquim
E que não me esqueço do que passou
Como eu queria ter o equilíbrio
Que pondera a lei do pêndulo
E faz menos inóspito esse sonho
Quando eu digo que estou bem
Você diz que é mérito meu
E qualquer dor que se possa ter
Esconde-se nas palavras que convêm
Como eu queria ter a malícia
Como os faquires em suas camas de pregos
Que mendigam e não sentem dor!
Você diz que tudo volta depois
E sabes muito sobre você
Mas não sabemos muito de nós dois
Como eu queria ser mais transparente
Como a neblina que passa suave
E deixa o cheiro da saudade.
Quando eu digo que não sou assim
Você diz que eu sei quem sou
Que desenho nossa história em nanquim
E que não me esqueço do que passou
Como eu queria ter o equilíbrio
Que pondera a lei do pêndulo
E faz menos inóspito esse sonho
Quando eu digo que estou bem
Você diz que é mérito meu
E qualquer dor que se possa ter
Esconde-se nas palavras que convêm
Como eu queria ter a malícia
Como os faquires em suas camas de pregos
Que mendigam e não sentem dor!
sexta-feira, 12 de março de 2010
De leve.


Branquela azeda, assim diziam por aí...
Um dia ela quis acampar comigo!!
To gostando de ti, acontecia por aqui...
Um dia eu tive vontade do presente,
E hoje tenho saudade do futuro...
Meu amor...
quarta-feira, 10 de março de 2010
Um suspiro
Não me deixe perder a atenção
Quando eu me esquecer que estou aqui
Quando as vozes soarem mais altas que a vontade de ouvir
Quando minha bagagem pesar e me fizer cair
Não me deixe perder a atenção
Quando o amargo for de lágrima
Que seja quando fito teus olhos
E quando o âmago trouxer o doce sarcasmo
Não me deixe perder a atenção
E quando eu duvidar de mim mesmo
E quando eu achar que o mundo é assim
Quando eu me permitir iludir...
Por favor! Não me deixe perder a atenção
Quando eu me esquecer que estou aqui
Quando as vozes soarem mais altas que a vontade de ouvir
Quando minha bagagem pesar e me fizer cair
Não me deixe perder a atenção
Quando o amargo for de lágrima
Que seja quando fito teus olhos
E quando o âmago trouxer o doce sarcasmo
Não me deixe perder a atenção
E quando eu duvidar de mim mesmo
E quando eu achar que o mundo é assim
Quando eu me permitir iludir...
Por favor! Não me deixe perder a atenção
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Prelúdio
Na ousadia das mais belas viagens
A lembrança e a saudade
Saudade do futuro presente que virá
No olhar que se perde nas estrelas
No frio que toca a pele macia
A fumaça que percorre a barba mal feita
O pensamento longe...
A lembrança e a saudade
Saudade do futuro presente que virá
No olhar que se perde nas estrelas
No frio que toca a pele macia
A fumaça que percorre a barba mal feita
O pensamento longe...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Nato
As vezes eu me agarro as minhas paixões para saciar o desejo dos meus egos.
As vezes me tranco em meus medos para disfarçar a fraqueza da minha mente.
As vezes me entrego ao nada em prol de tudo que sou.
E quando perco o controle, eu olho pra cima.
As vezes me tranco em meus medos para disfarçar a fraqueza da minha mente.
As vezes me entrego ao nada em prol de tudo que sou.
E quando perco o controle, eu olho pra cima.
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